San City Film Critics Association


Estatísticas

47 filmes avaliados

38 críticas positivas (80%)

8 críticas mistas (17%)

1 crítica negativa (3%)

Nota média: 79

Na média, esta associação dá notas 1,3 pontos maiores do que as outras.

Em suas críticas, esta associação pontuou:

Acima da média 62% das vezes

Na média 4% das vezes

Abaixo da média 34% das vezes


Críticas

Entre parênteses, a média geral do filme.

100

Because I Could Not Stop for Death (90)
Because I Could Not Stop For Death é um história melancólica e delicada sobre a Morte e também sobre Arthur, que leva uma vida passiva e complacente e no final de tudo, percebe que deixou as oportunidades da vida passar por medo e insegurança. Jonathan Pryce está incrível, talvez o melhor papel de sua carreira.

100

Ben (86)
Com uma narrativa criativa e bastante metalinguística, Ben entretém, emociona e cativa seu telespectador, além de ser uma homenagem ao cinema em si. Não duvido que será considerado clássico daqui a alguns anos. Phoebe Waller-Bridge é genial e prova que é um dos maiores nomes da indústria atualmente.

100

The Final Hour (86)
Dee Rees entrega, mais uma vez, um filme brilhante e emocional sobre uma cantora de hip-hop e as adversidades que ela enfrenta na vida. Baseado no álbum de The Miseducation of Lauryn Hill, The Final Hour é uma história importante e comovente, que trata sobre como a mídia e a indústria da música julga mulheres por uma lente diferente e desigual e que essa mesma disparidade dos anos 90 se mantém até hoje. Um musical sensível e cativante, The Final Hour com certeza será um dos melhores da temporada.

100

Lady Lazarus (89)
Recontando a história de Sylvia Plath, Sally Porter entrega um filme sobre a opressão de performar feminilidade numa sociedade patriarcal e como isso marca a vida da protagonista desde tão jovem. Carey Mulligan está excelente como Sylvia, e Lazy Lazarus se firma como uma das melhores performances da sua carreira.

100

Robert Patti Blue Star (94)
Para retratar a história de amizade de dois artistas icônicos, é preciso um cineasta tão incrível quanto os sujeitos em destaque e no caso de Robert Patti Blue Star, não existe outra pessoa no mundo que faria um trabalho tão eficiente quanto Marielle Heller fez aqui. É notável o cuidado da diretora na construção do roteiro e do filme, cada minima atenção aos detalhes aqui faz o longa mais rico, emocionante e cativante de assistir–um filme que te prende do início ao fim e que com toda certeza estará sendo referenciado como clássico no futuro. Todo o elenco está afiado, mas destaque aqui para a performance deslumbrante de Rooney Mara, que personificou Patti Smith de maneira espetacular, consolidando-se como uma das melhores atuações da sua carreira e definitivamente uma das melhores da temporada. Simplesmente magnífico.

100

An Unusual Summer (93)
Há muitas coisas que se dizer sobre An Unusual Summer, mas talvez a mais importante seja o fato de que Julie Delpy além de ser uma atriz incrível, é também uma roteirista e diretora espetacular. É possível perceber o cuidado com a pesquisa no roteiro pra esse filme, para conseguir passar tudo que aconteceu com o movimento de Maio de 68, ainda mais pela perspectiva de uma criança. Poderia se tornar um filme tedioso e mais do mesmo, mas há uma simplicidade e delicadeza no trabalho da diretora e dos atores aqui—destaque pra Jacob Tremblay—que eleva o filme pra um patamar altíssimo, tornando assim, um filme importante e envolvente, que lhe prende do começo ao fim. Um dos melhores da temporada.

100

Wild Goose (89)
Olivia Wilde mostra mais uma vez que está na indústria pra se tornar uma grande cineasta. Hunter Schafer é carismática e competente e Wild Goose é um incrível coming-of-age, com grandes chances de se tornar um clássico da sua época, além de ser um dos melhores filmes da temporada.

98

Supernova (77)
Supernova traz um novo ar aos filmes de ficção científica, tornando-se um dos melhores dos últimos anos. Yalitza Aparicio está espetacular.

97

Bloodline (91)
Mostrando que é uma das melhores diretoras da atualidade, Ramsay constrói um drama e suspense familiar como ninguém. Bloodline é intenso, cativante, te enche de perguntas e por isso te prende do início ao fim, não desapontando no desfecho da trama. Com um roteiro conciso e brilhante, Ramsay nos entrega um filme inesquecível e não levará muito tempo para esse ser considerado um clássico do cinema. Ruth Negga brilha e entrega uma performance de tirar de o fôlego.

94

Landslide (92)
John Carney parece ser o diretor perfeito para dirigir musicais que energizam o telespectador e parecem transportar-nos para aquele momento e desfrutar da energia dos personagens. No caso de Landslide, é nada menos que uma das maiores bandas de todos os tempos, Fleetwood Mac. Toda a construção do longa é impecável, o balanço perfeito entre as cenas musicais e diálogos entre os atores sobre seus problemas interpessoais e a conexão estabelecida entre eles por meio do ponto em comum que os une: a música. Grande atuação de todos os atores no filme, com destaque pra Billie Lourd.

94

The Vampyre (84)
Terence Davies entrega um filme de terror cheio de tensão e drama, não duvido muito que seja um clássico daqui a alguns anos.

93

Baila (84)
Ambientado numa Salvador futurística, Baila traz um ar renovado pro gênero sci-fi. Monique Gardenberg nos leva numa viagem cheia de cultura e reflexões sobre a passagem do tempo e como somos sujeitos à algo abstrato mas tangível, que muda tudo e ao mesmo tempo nada. Inclusive, o cuidado com os detalhes sobre a cultura baiana é um ponto forte do longa, misturado com suspense e todas as ideias sobre como seria Salvador em 2050 e as mudanças que o futuro traria pra cidade são bastante interessante. Além da imersão da incrível trilha sonora—você realmente sente que está vivendo um Carnaval, mesmo que diferenciado, ao passar do filme—, o roteiro de Manuela Dias é forte e certeiro. Um filme espetacular, com um elenco afiado, e não tenho a menor dúvida de que virará referência do gênero no futuro.

93

Blue Book (90)
Blue Book é sensível, íntimo, cru, verdadeiro. É possível se conectar com Viola de maneira visceral.  O filme questiona o sistema falho da indústria cinematográfica e a incapacidade de Hollywood mudar suas raízes racista e misógina de uma maneira bem real e nos faz refletir porquê ainda existe uma grande disparidade de raça e gênero no cinema. Viola Davis entrega o papel de sua carreira sob uma direção maestrosa de Matsoukas. Perfeito.

92

Empty Cities (88)
Em Empty Cities, Wong Kar-Wai nos presenteia, mais uma vez, com uma estoria de amor que expande décadas e fronteiras. Embalado por uma trilha sonora que mistura melancolia e nostalgia, acompanhamos a vida de Abigail e Yu serem acometidas por tragedias e desencontros. O diretor tem sempre essa maneira de capturar solidão e desejos nao realizados de uma forma que muitas vezes nos tira o folego. Brilhante trabalho de Natalie Portman.

91

Fifteen Thousand Days of Love (84)
Todd Haynes tem a habilidade de contar histórias sensíveis e delicadas que é capaz de fazer o telespectador sentir o que os personagens passam a cada momento. Com um roteiro ímpar e fotografia impecável, as três histórias que se intercalam em um ponto comum é um exemplo vivo de que estamos sempre em busca de algo que o tempo nos tirou. Mahershala Ali e Natalie Portman entregam performances arrebatadoras. Podem se preparar para colocar mais uma estatueta em suas estantes.

90

Attraversato (79)
Mais uma vez misturando fábula e crítica social a um problema bastante atual: a situação de imigrantes ilegais, Alice Rohrwacher conta um enredo de conflito e amor que nos comove do começo ao fim. Com um elenco de peso, é um impossível não torcer pela história de amor do jovem Mario e Isola, e também não se sentir dividido sobre as memórias de seu trauma dividido com Meddur. Elenco de peso e atuações incríveis, esse filme tem grandes chances de ser o melhor da temporada de premiações.

90

Kisses of a Woman (91)
Numa ambientação de suspense bem construída, Jane Campion faz em Kisses of a Woman entrega um filme incrível com uma trilha sonora espetacular, cheio de reviravoltas e intrigas, tramas que se encontram e se explicam num clímax explosivo e satisfatório. Nicole Kidman e Keira Knightley estão brilhante em seus papéis, mas Rachel Weisz rouba a cena com uma performance incrível. Um dos melhores da temporada.

89

Some Miles West of Tordesilhas (87)
Uma mistura de gêneros, históricas bíblicas e paródia dos filmes western americanos, Some Miles West of Tordesilhas é um frescor entre filmes mais do mesmo da industria e definitivamente dos melhores de Ana Carolina. Lucy Liu está espetacular.

89

When’s Dinner Ready? (82)
When’s Dinner Ready? é hipnótico e instigante de uma forma aterrorizadora. Não consegui tirar o filme da minha mente. Florence Pugh e Emma Stone roubam a cena com performances arrebatadoras.

88

A Chin of Gold (86)
Com um tom diferente do que geralmente recebemos em seus filmes, Del Toro faz uma homenagem a filmes clássicos e o próprio gênero da ficção científica com uma história que vemos se repetir desde o início dos tempos: como homens julgam que as mulheres de suas vidas são posses descartáveis e que seus atos de violência vão sempre sair impunes. A estranha amizade da Miss Taylor e Sra. Hobard, ambas solitárias de maneiras diferentes dá a oportunidade de ambas mudarem suas vidas com o encontro da deusa da Lua, Selene. Apesar de não ser o foco, esse filme pode ser também uma resposta direta ao #MeToo, mostrando como contar a história de união entre mulheres é algo poderoso a ser explorado, principalmente na ficção. Talvez a indústria esteja realmente mudando aos poucos. Elenco afiado e espetacular, detalhes técnicos incríveis, A Chin of Gold é uma filme que vai ficar na memória por bastante tempo, e não duvido consolidando-se como clássico em breve.

88

Hollywood Ending (78)
James Gray convém de maneira muito simples uma história sobre como nossas ações e as consequências destas afetam nossas vidas. O filme tem vários momentos marcantes que nos fazem refletir sobre o que poderia ser e não foi, assim como na vida real. Brilhante trabalho do diretor e do elenco, com destaque pra Julie Andrews e sua performance emocionante.

88

Viaggiatore (79)
Apesar de ter como tema central algo já visto em milhares de filmes, Viaggiatore traz inovação com o seu desenvolvimento e perspectiva interessante na sua homenagem ao cinema mudo.

84

Odysseia (84)
Num longa de ficção-científica de tirar o fôlego, Rian Johnson mostra mais uma vez que sabe muito bem o que está fazendo, dirigindo um elenco excelente e se mantendo sempre um passo a frente do telespectador na narrativa que acompanhamos. Sempre uma mistura certa de drama, momentos reflexivos e cenas de romance delicadas, Odysseia é com certeza um dos melhores do gênero dos últimos tempos.

82

Education (78)
Yorgos ousa mais uma vez, trazendo em Education um pouco do que já vimos nos seus outros filmes, desta vez mostrando como seria se a humanidade descontruisse tudo que aprendemos desde criança, perdendo nossos traços de civilização e construções sociais. Um filme interessante e inovador, que prende o telespectador até o segundo final, com suas atuações incríveis, sendo aqui o destaque pra Glenn Close, que está maravilhosa como sempre.

82

The Unbecoming of Barbie (70)
The Unbecoming of Barbie é um ponto de vista diferente e inusitado sobre a história da Barbie. Criativo e com elenco afiado e momentos de tensão na hora certa, o filme entretém e cumpre o que promete. Anya Taylor-Joy mostra que é uma das melhores atrizes de sua geração com sua versatilidade em fazer vários papéis em um só.

80

B.A.: Una Historia de Tango (79)
B.A – Una História de Tango é um filme sensual e intrigante que entretém o telespectador do começo ao fim, além de ter atuações brilhantes e uma direção de tirar o fôlego!

80

Ingrid’s Private Letters (83)
Ingrid’s Private Letters é um filme delicado e comovente sobre uma das maiores estrelas da indústria do cinema. Eva Green está magnífica como Bergman.

80

Tempest (75)
Com ambientação, fotografia e trilha sonora impecáveis, Del Toro nos transporta pra um conto de horror sobre vingança e poder feminino, este que supera todas as adversidades impostas sobre suas vidas em três histórias diferentes. Isabelle Huppert e Toni Colette nos entregam performances incríveis.

78

The Dresser (74)
The Dresser é um filme sobre devoção à arte, o ciclo da vida e a influência que essa devoção traz a vida das pessoas. De Niro e Al Pacino estão incríveis.

78

Todos os Nomes (86)
Se o Sr. José, protagonista de Todos os Nomes de Catarina Vasconcelos, fosse um adolescente prestes a se tornar adulto, poderíamos categorizar esse filme como um coming-of-age. Mas o que significa quando as situações são invertidas? Quando temos um personagem principal na terceira idade, que viveu uma vida simples, mas não marcante? Um dos pontos principais do roteiro é esse, como muitas vezes deixamos a vida passar em prol de uma rotina sem muitas emoções e ‘’segura’’ e esquecemos que passamos por esse mundo para deixar nossa marca. O protagonista vive uma vida melancólica e solitária, e apenas após cometer um erro—o primeiro depois de muitos anos no trabalho na Conservatória—tem esse momento de reflexão quando encontra uma ficha de uma mulher misteriosa. Sua busca embala grande parte do longa e Catarina consegue com sua direção fazer com o que o telespectador crie uma empatia pelo protagonista e torça por ele a cada passo de sua busca. Todos os Nomes é um filme que nos faz refletir sobre a efemeridade da vida, e a importância de não deixar ela apenas passar por nós.

74

Beyrouth, Mon Amour (78)
Com um diálogo inicial que remete a Hiroshima Mon Amour de Alain Resnais, Nadine Labaki constrói um cenário interessante em Beyrouth, Mon Amour. Assim como outros projetos da diretora, o longa tem cenas muito marcantes do espaço urbano das ruas do Líbano, fazendo com que cada plano seja destacado pela realidade ao redor dos protagonistas e os figurantes. O viés político do longa é potente e impactante, outra característica que não falta nos outros longas da diretora, e aqui ainda temos a forte conexão entre Layale e Antoine, que mesmo em meio a todo o caos que assola o Líbano desde a explosão no Porto de Beirute, encontram um no outro uma paixão avassaladora. Impossível não se emocionar com a última cena em que eles se reencontram e se beijam desesperadamente, se entregando ao ardor daquele momento, daquela paixão.

72

The End of Those Days (69)
Marco Dutra e Juliana Rojas nos transportam a esse terror com elementos do folclore brasileiro ambientado na Segunda Guerra Mundial. O roteiro deixa um pouco a desejar em algumas partes, parecendo querer alcançar mais do que pode, mas é impossível assistir esse filme e não torcer pela suas protagonistas, Gabriela e Margarida. As atuações de Patrícia Pillar e Marjorie Estiano são o ponto mais forte do longa.

72

The Visit (79)
Em The Visit, o novo melodrama do dinamarquês Thomas Vinterberg conta uma história de vingança, amor e ódio entrelaçados, e as marcas que o tempo deixa em suas vítimas. Há uma grande melancolia nas cenas de Claire (Nicole Kidman), e é possível sentir todos os demônios que a personagem está lutando contra há tanto tempo, resultando no estopim que é a proposta que a mesma faz para a cidade: a morte do seu antigo amante, Alexander (Mads Mikkelsen), o pai de sua filha morta. Ambos atores, aliás, estão incríveis em ambos papéis, tornando palpáveis suas aflições e angústias. A fotografia e a trilha sonora não deixam a desejar, tornando o longa um filme rico e apreciável.

69

Berenice (80)
Uma adaptação muito interessante do conto de Edgar Allan Poe. O curta constrói a tensão de uma maneira espetacular—e junto com a trilha sonora— que prende sua atenção até o clímax. Lesley Manville e Patrícia Pillar é uma combinação peculiar e certeira, as duas estão sensacionais.

66

The Clearing (64)
Todd Field conta uma história sobre rancor, remorso e o peso que a falta de posição e neutralidade sobre preconceito e vingança pode fazer na vida de alguém, muitas vezes marcando as suas vítimas para sempre. Com um roteiro conciso, mas que falha às vezes em mostrar exatamente o que quer dizer, a maior força de The Clearing é Judi Dench, que entrega uma performance totalmente de acordo com sua personagem. 

64

The Seagull (75)
The Seagull é uma história trágica e triste sobre a glamourização da vida de artista e quão longe as pessoas vão pra conseguir alcançar esse status de glamour. Elenco afiado e trilha sonora que nos transporta pra primavera na Rússia, The Seagull é competente na história que quer contar, por mais triste que seja. 

62

The Ballad of Broken Roses (67)
The Ballad of Broken Roses é um delicado coming-of-age sobre perda e como lidar com as emoções que ficam depois. PTA como sempre com uma direção espetacular e Florence Pugh se consolida como uma das melhores atrizes do momento.

62

Keep Your Distance (66)
Keep Your Distance é forte em contar com naturalidade e delicadeza as situações cotidianas de indivíduos levando suas vidas na pandemia do Coronavírus. Característica de Noah Baumbach, o roteiro é afiado e as atuações são competentes. 

60

Cerezas en la Boca (77)
Almodovar tem um estilo já definido e não dá pra negar que esse filme é dele. Direção e fotografia impecáveis, mas roteiro deixou a desejar.

60

Late Kiss (60)
Uma pena que o elenco afiado e direção competente não salvam o roteiro de Late Kiss.

60

Partners (70)
Sem saber muito bem onde quer chegar, Partners conta a história de duas garotas que tiveram suas vidas transformadas quando uma entrou na vida da outra. Embora a atuação dos protagonistas seja incrível, Partners deixa a desejar em entregar uma história coerente, muitas vezes utilizando do caminho mais clichê para certos obstáculos apresentados no longa, faltando ousadia até para fechar a história de um jeito menos batido.

60

Remind Me of the Stars (70)
Conhecendo os trabalhos anteriores do diretor Richard Linklater, não é surpresa pro espectador ao assistir Remind Me of the Stars que se trata de mais um estudo sobre a passagem do tempo e como isso afeta as vidas dos personagens. Mas aqui, Linklater peca onde em outros filmes anteriores não pecou, como por exemplo: a cena que David cria atrito com sua avó sobre a viagem, sendo que o mesmo se ofereceu para fazê-la no início do filme. Acho que o filme seria mais interessante se seguisse apenas como reflexão do personagem principal do filme: o tempo, e como ele molda a vida dos outros personagens, do que fez na sua tentativa ao decorrer do longa. Dito isso, Catherine O’Hara brilha no que se propõe a fazer e a trilha sonora do filme embala momentos que sem esta o tornaria bem mais monótono.

50

Into The Unkn0wn (66)
Into The Unknown é um exemplo de que filmes com muitos plot twists apenas pelo choque não é capaz de salvar um roteiro confuso. Glazer tenta construir uma narrative complexa e enigmática, mas falha magistralmente na execução do mesmo. Destaque para as performances incríveis de Sônia Braga e Fernanda Montenegro, que fizeram o possível com um roteiro que não usou nem metade.

48

Vector (47)
Ficção científica sobre a pandemia do Coronavírus, Vector é um filme que conta a mesma situação diversas vezes, soando repetitivo e tedioso, sem momentos de choque, característica dos filmes do Von Trier, que definitivamente poderia considerar a possibilidade de aposentadoria da indústria.

46

Verano (49)
Verano peca em querer usar a revolução cubana por uma perspectiva americana, e acaba sendo apenas mais uma história sobre o branco salvador. 

40

The Bird Song (54)
Guadagnino tenta mais uma vez se aventurar no horror, mas no que ele conseguiu acertar em Suspiria, ele erra imensamente em The Bird Song. Cheio de momentos forçados e um jogo de câmera nauseante, esse filme só me fez refletir se vale a pena continuar sendo crítica, se for sujeitada a esse tipo de tortura por 2h. Margot Robbie e Cate Blanchett brilham, mas não salvam o filme.

20

The Payback (41)
Qualquer interpretação que se possa ter desse filme é problemática.


Premiações

1ª Temporada

Melhor Filme: Bloodline
2º Lugar: Blue Book

Melhor Direção: Lynne Ramsay, Bloodline
2º Lugar: Melina Matsoukas, Blue Book

Melhor Ator: Michael Fassbender, When’s Dinner Ready?
2º Lugar: Idris Elba, The Bird Song

Melhor Atriz: Ruth Negga, Bloodline
2º Lugar: Viola Davis, Blue Book

Melhor Ator Coadjuvante: Paul Dano, Bloodline
2º Lugar: George MacKay, Blue Book

Melhor Atriz Coadjuvante: Emma Stone, When’s Dinner Ready?
2º Lugar: Amy Adams, Bloodline

Melhor Roteiro: Lynne Ramsay, Bloodline
2º Lugar: Ari Aster, When’s Dinner Ready?


2ª Temporada

Melhor Filme: A Chin of Gold
2º Lugar: Some Miles West of Tordesilhas

Melhor Direção: Guillermo del Toro, A Chin of Gold
2º Lugar: Alice Rohrwacher, Attraversato

Melhor Ator: Gael García Bernal, Some Miles West of Tordesilhas
2º Lugar: Dev Patel, Keep Your Distance

Melhor Atriz: Judi Dench, The Clearing
2º Lugar: Lupita Nyong’o, Attraversato

Melhor Ator Coadjuvante: Adam Driver, Attraversato
2º Lugar: Javier Bardem, Some Miles West of Tordesilhas

Melhor Atriz Coadjuvante: Lucy Liu, Some Miles West of Tordesilhas
2º Lugar: Toni Collette, Tempest

Melhor Roteiro: Guillermo del Toro, A Chin of Gold
2º Lugar: Alice Rohrwacher e François Ozon, Attraversato


3ª Temporada

Melhor Filme: Wild Goose
2º Lugar: The Final Hour

Melhor Direção: Sally Potter, Lady Lazarus
2º Lugar: Dee Rees, The Final Hour

Melhor Ator: Jonathan Pryce, Because I Could Not Stop For Death
2º Lugar: George MacKay, The Unbecoming of Barbie

Melhor Atriz: Carey Mulligan, Lady Lazarus
2º Lugar: Eva Green, Ingrid’s Private Letters

Melhor Ator Coadjuvante: Robert Pattinson, The Vampyre
2º Lugar: Daniel Kaluuya, The Final Hour

Melhor Atriz Coadjuvante: Marjorie Estiano, The End of Those Days
2º Lugar: Rebecca Hall, Lady Lazarus

Melhor Roteiro: Phoebe Waller-Bridge, Ben
2º Lugar: Sally Potter, Lady Lazarus

Melhor Filme Estrangeiro: Supernova
2º Lugar: Ingrid’s Private Letters


4ª Temporada

Melhor Filme: Robert Patti Blue Star
2º Lugar: Landslide

Melhor Direção: Jane Campion, Kisses of a Woman
2º Lugar: Julie Delpy, An Unusual Summer

Melhor Ator: Takeshi Kaneshiro, Empty Cities
2º Lugar: Reeve Carney, Hollywood Ending

Melhor Atriz: Rooney Mara, Robert Patti Blue Star
2º Lugar: Keira Knightley, Kisses of a Woman

Melhor Ator Coadjuvante: John David Washington, Odysseia
2º Lugar: Adam Driver, Landslide

Melhor Atriz Coadjuvante: Natalie Portman, Empty Cities
2º Lugar: Marion Cotillard, An Unusual Summer

Melhor Roteiro: Marielle Heller, Robert Patti Blue Star
2º Lugar: Michael Arndt, Landslide

Melhor Filme Estrangeiro: Empty Cities
2º Lugar: Beyrouth, Mon Amour

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