Wild Goose (2020)

de Olivia Wilde
produzido por Júlia Fraga
com Hunter Schafer
19 de julho de 2020 (3º Festival de Toronto)
🇺🇸 Estados Unidos

Drama / Coming-of-age
Sinopse: Diferentemente do que é mostrado em filmes coming of age, aqui não temos uma protagonista “nerd” e que foi deixada de lado durante seu ensino médio, muito menos temos aquele arquétipo superpopular. Inclusive, sua estranheza em ser um coming of age é porque é um filme relativamente atrasado, que pega os anos universitários de Sasha e não o ensino médio ou sua “juventude inicial”. Sasha já tem quase vinte anos e anseia em ser uma garota normal. A acompanhamos nessa jornada em que tenta se descobrir dentro de si e do mundo.

Vencedor de 3 prêmios, incluindo Melhor Filme em Toronto.


Consenso da Crítica: Ensolarado, leve e divertido, “Wild Goose” coloca Olivia Wilde definitivamente no panteão dos grandes contadores de histórias de amadurecimento e tem uma dupla preciosa na parceria entre Hunter Schafer e Harry Styles.

Média da crítica

89

Média do público

8.2

Tomatômetro

100%

Pipocômetro

89%

Navegue pelas seções


Ficha Técnica

Direção: Olivia Wilde
Roteiro: Olivia Wilde
Produção: Júlia Fraga
Fotografia: Sam Levy
Música: Labrinth
Figurinos: April Napier
Distribuição: Annapurna Pictures
Plataforma: Catflix

Elenco

Hunter Schafer como Sasha
Timothée Chalamet como ‌Samuel‌
Harry Styles como Harry


Proposta Estética

Wild Goose é um coming of age sobre alguém que poderia ser considerado como pertencente ao “meio”, em um intervalo “neutro” da escala cromática. O título é uma referência a um símbolo presente em Orlando, de Virginia Woolf e se conecta com a fragmentação da protagonista em sua jornada de autodescoberta como uma jovem trans.

A fotografia é de Sam Levy e o figurino de April Napier evocam a tríade do filme: de um lado temos a estética neutra, de outro temos a estética extravagante puxada para um quê hipster e, por fim, temos um grunge milimetricamente desleixado. Essa tríade é um resumo estereotipado de momentos dos anos de 2010s. Essa proximidade temporal dá um ar jovem, descolado e despretensioso a obra. A direção de Olivia Wilde traz o frescor de Booksmart novamente, junto de referências ao dinamismo em trabalhar estereótipos de Clueless e, ao mesmo tempo, a precisão estética de filmes como Lady Bird e An Education.


Narrativa

A cena final da dramatização de Orlando enche a tela. A luz banha somente a figura de Sasha (Hunter Schafer) no palco que, em trajes andróginos trabalhados com elementos que remetem os anos 20, abre suas vestes mostrando seu colo pálido enquanto vocifera a sua última fala “It’s the goose… The Wild Goose”. Seu olhar brilhante e orgulhoso por sua atuação é cortado pelo fechar das cortinas. A plateia ovaciona a apresentação enquanto todos os atores reverenciam o público. Sasha caminha junto aos jovens atores até o backstage, ouvindo elogios e os aceitando com um olhar feliz e tímido. Aquela produção era a última etapa de sua formação em artes pela Universidade de Nova York (NYU) e depois ela estaria livre. Mas não antes de sua última fala de fato, que não seria aquela do palco, ela precisava sentir um gostinho de uma pequena vingança, ela queria deixar claro quem ela era. Ainda no backstage, ela procura por todas aquelas faces conhecidas e sorridentes até encontrar Samuel (Timothée Chalamet), encostado no batente da porta fumando um cigarro. Ela se aproxima, ainda com os audíveis aplausos do público. Ele a olha, com seu olhar de falsa soturnez cheio de superioridade e, antes mesmo dele conseguir abrir a boca ela fala: “Obrigada pela clamídia” e sai.

3 anos antes
A passos rápidos, Sasha sobe as escadas da entrada da NYU¹. Enquanto isso, ouvimos sua voz dizendo “Quando você passa tanto tempo em guerra com si mesma, você só quer uma chance de ter uma vida normal”. Seguimos Sasha em um dia de seu primeiro ano de faculdade. Ela nos narra que chegou até aqui para ser uma jovem normal e, por isso agia como tal. Ela não queria chamar nenhum tipo de atenção para si. Ao mesmo tempo, não acreditava viver na sombra de nada. Ela apenas estava (do verbo estar) e isso a fazia contente. Ela se diz confortável em obedecer regras, em seguir sempre chegando no horário e entregando trabalhos dentro do prazo. Sua família sempre a apoiou em todas as decisões, e esse curso não era exceção. Ela não sabia o porquê de ter escolhido artes, mas acreditava que era pelo seu amor a grandes artistas como Katharine Hepburn, Bette Davis e Grace Kelly. Mas ela não almejava ser como elas, ela só queria algo do tipo em pequena escala, na sua escala. Ela calmamente termina sua fala ao sentar já na sala de aula, perfeitamente no horário. Ela observa os ponteiros se mexerem e, com atraso, Harry (Harry Styles) aparece na porta da sala como se estivesse chegando para um desfile de moda, usando um belíssimo kimono. Ele se senta na carteira da frente, se vira para Sasha tirando seu óculos escuros e reafirmando que os dois têm um compromisso depois da aula.

Harry estava sendo seu primeiro amigo ali. Ela havia trocado o conforto da casa dos seus pais e um ensino médio bastante mediano de uma cidade no interior por uma das maiores metrópoles do mundo. Desde o primeiro minuto em que Harry colocou os olhos em Sasha, a viu como um projeto de redecoração. Aquela garota não tinha vivido nada até agora: passou a maior parte do tempo da era de descobertas em um processo de transição e, com isso, não teve a chance de aproveitar o melhor da juventude. Ele queria incorporar um guru na vida de Sasha e era o que vinha fazendo há pouco mais de um semestre. Enquanto Sasha tagarelava sobre filmes antigos e referências estéticas dos anos 80, Harry a levava para as compras e mostrava música de jovem para aquela garota. E hoje, depois de muitos esforços em lojas da moda, eles iriam em um brechó: um ponto de intersecção entre os dois.

Enquanto mexem em pilhas de roupas velhas², os dois amigos conversam sobre sexualidade. Sasha havia experimentado muito pouco e Harry estava a incentivando a jogar seu corpo na pista. Ela, tímida, ri e flerta de brincadeirinha com o amigo. Ele diz que a acha perfeita e que até fazia um dos seus diversos tipos, mas ele tinha um juramento próprio sobre se relacionar com amigas. Eles se divertem ao levantarem nomes de possíveis pares para Sasha. Eles pensam em vários: James que fazia literatura francesa, mas ele era intenso demais. Kevin que fazia Antropologia, mas ele usava drogas demais. Martha que fazia cinema, mas ela era doida demais. Entre risadas e roupas nos provadores, eles percebem que Sasha tinha a presa perfeita: Samuel (Timothée Chalamet), um dos veteranos. Ele era consciente de sua própria beleza relativamente máscula e parecia ser fácil de enganar em qualquer papo pseudo-intelectual. Com suas várias sacolas lotadas, os dois fazem os planos de aproximação enquanto andam por Nova York. Ela leva na brincadeira, ri timidamente e pensa que Harry está sendo o personagem exagerado que sempre é. Mas Harry leva a sério e quer fazer com que a amiga realmente se relacione com alguém. E parecia que o destino poderia ajudá-lo nesse momento: Samuel era uma figurinha carimbada nos eventos de fins de semana em um bar descolado na 17th Avenue, o Raines Law Room.

No fim de semana em questão, Harry auxilia Sasha na escolha de roupas e em trabalhar na sua confiança. A cena que se segue é uma montagem com todas as tentativas de roupas bufantes que ele oferece para ela, ela recusando e pedindo para desistir da ideia. Por fim, ele a convence a usar um vestido preto de tule em que ela se sente confortável. Ela estava se divertindo com aquele encontro hipotético, mas neste momento de concretização ela estava querendo fugir para as montanhas. Ela nem conhecia Samuel e, era provável que ele também não a conhecesse, mas Harry parecia tão investido naquele encontro esquisito que ela achou que poderia ser um momento que renderia risadas entre amigos.

Os dois entram no bar, lotado de jovens rococós. A música era alta³ e embalava corpos suados próximos uns dos outros por conta do pequeno espaço. A luz lusco-fusca arroxeada do ambiente refletia nas poucas roupas e nas maquiagens dos rostos. Enquanto Sasha se embrenhava atrás de Harry naquele ambiente novo, ela se sentia estranhamente fora do lugar e ao mesmo tempo atraída. Harry desliza bebidas transgressoras e ela aceita. Ela já estava lá então ela teria que se entreter de alguma forma. Harry a avisa que avistou Samuel e, então, ela prende seu olhar na figura do rapaz elegantemente sentado conversando com algumas pessoas animadamente. Ela sente um frio na barriga porque aquele passo seria um “certificado de vida universitária” que ela deveria viver. Sorrateiramente Harry desliza na conversa de Samuel e leva Sasha junto. Samuel é um rapaz interessante apesar da fama que o precede: boatos dizem que ele era um prepotente que se achava o macho alfa de NY e, com isso, quebrou diversos corações. Mas aquele rapaz que conversava sobre peças de Beckett e poesia de Yeats parecia interessante aos olhos de Sasha. Os dois começam a conversar sobre arte e a subjetividade da compreensão somente entre eles dois, excluindo àqueles a volta. Quando percebe, Sasha já não encontra mais Harry próximo dela e sim sua figura em meio aos corpos dançantes enlaçado por braços de um jovem. O sorriso de Samuel é como um imã para ela quando ele a convida para dividirem um cigarro ao ar livre. Ela nem fuma, mas vai. Eles se beijam intensamente. No táxi para a casa, Harry pergunta sobre a noite e ela diz que Samuel e ela trocaram números para marcarem algo juntos em algum momento. No dia seguinte, ela acorda com uma mensagem de Samuel, um pequeno trecho de um poema /I have looked upon those brilliant creatures, And now my heart is sore/. Assim que lê, Harry (que estava dormindo em um colchão no chão) dá uma gargalhada e diz que Samuel é um bom jogador. Eles riem dessa tentativa de aproximação tão antiquada, mas acham válida.

Por entre a rotina de Sasha na faculdade, vemos momentos em que os ela e Samuel se correspondem pelas redes sociais. Algumas curtidas em fotos específicas em que ela aparece, mensagens ocasionais com poesia e comentários em tweets engraçadinhos sobre o dia-a-dia. Ela achava interessante ter alguém a cortejando, mas ela estava sem qualquer tipo de ânimo para desenvolver alguma coisa. Dias se passam e Harry se torna uma figura rara já que ele estava enrabichado por alguns alguéns. Ela decide então marcar algo com Samuel. Ele escolhe uma cafeteria trendy na 7th Avenue. Eles se divertem ao papearem sobre o curso e trazerem à tona questões sobre si mesmos. Sasha conta sobre sua transição que aconteceu muito cedo e que, apesar do apoio que teve, foi um processo interno muito complexo. Samuel compartilha sobre leituras teóricas que fez e diz ver poesia em Sasha. 

Mais encontros acontecem entre os dois e Sasha relata para Harry em suas aulas juntos e pelo telefone. Harry a aconselha a não se restringir somente a Samuel e que ela deve procurar outras companhias para que não se apegue demais a ele. Ela dá risada e diz que está tudo sob controle. E estava mesmo. Ela decide ir para a casa de Samuel e eles transam. A cena é bonita, os toques são carinhosos e a câmera intensifica a suavidade do momento ao mostrar o leve caminho que os dedos de Sasha percorrem as costas de Samuel. Sons suaves escapam da boca da garota mas são interrompidos pela rapidez de Samuel, que logo deita ao seu lado respirando profundamente. Voltando para a casa ela percebe que não deve mesmo colocar todas as suas fichas em Samuel. 

Nas cenas que se seguem ela se relaciona com outras pessoas tentando entender seus interesses e preferências. Rostos, toques, conversas, roupas e sensações diferentes a cada troca são percebidas pela garota. Semestres se passam. Ela e Harry conversam enquanto estudam em uma mesa ao ar livre sobre como aquele ato de se relacionar com alguém muitas vezes se parecia com um jogo de azar, às vezes com vitórias e às vezes com grandes derrotas. Harry conta que estava bastante confortável em seu relacionamento atual mas isso se devia ao fato de estar conseguindo achar um tempo para si mesmo. Sasha conta que tem certas reservas em relação ao seu relacionamento “mais fixo”, que é Samuel. Os encontros tendem a pender para o lado de Samuel, que fala ininterruptamente sobre si mesmo e sobre os projetos futuros como ator que tem em vista. Harry a aconselha a pensar em si e que, aquele Harry de tempos atrás não teria sido tão invasivo ao incentivá-la a se relacionar com alguém. Sasha segue sua rotina de estudos, com encontros esporádicos com Samuel. Ela se pergunta se está se tornando monogâmica.

Em uma das provas finais do penúltimo semestre, Sasha se sente um pouco febril e com dores abdominais. Ela alerta Harry e os dois vão para o pronto-socorro. Enquanto sentada em uma maca com uma roupa descartável branca, os pés inquietos da garota se dependuram e se movimentam ansiosamente. Ela espera o resultado do exame. Clamídia, em estágio avançado por exatamente mostrar os sintomas. Tratável. Ela deveria alertar os parceiros dos últimos meses. Ela conta para Harry que só teria que avisar Samuel. 

Ela, envergonhadamente, entra no apartamento de Samuel e conta sobre a doença. Ele ri e diz que ele mesmo já a tinha, mas que estava tratando há tempos porém esquecia com frequência dos medicamentos. Ela fica confusa e pergunta se ele estava consciente que poderia transmitir. Ele diz que sim, mas que estava jogando um jogo muito seguro: ele só se relacionava com pessoas novas que não precisava mais ver o rosto só que Sasha era uma exceção. Ele a achava exótica, uma aquisição diferenciada e interessante para a sua coleção de amantes, ele reafirma todo seu conceito de ser um jovem alternativo que deve manter uma imagem interessante para todos. Ao ouvir aquela objetificação tenebrosa, Sasha explode e grita com Samuel. Ela de fato precisa pensar mais em si, e em seu surto de raiva percebe-se flutuando sem muito propósito e, por isso decide tomar as rédeas de sua vida. Por mais bem intencionado que Harry seja, a vida que ele a apresentou não era o que ela queria, muito menos a vida ao lado de Samuel, aquele libertino prepotente sem nenhuma noção de coletividade. Antes de sair do apartamento, ela brada para o rapaz que ele era somente chato em sua intelectualidade forçada. Ela pega alguns folhetos de audições para peças da NYU e diz que ele não tinha qualquer tipo de carisma ou força para aqueles papéis. Ela bate a porta atrás de si e sai com passos firmes. 

Chegando em casa ela percebe que um dos papéis em sua mão é referente a peça Orlando, uma das possíveis atividades de conclusão de seu curso. A Sasha de antes não pensava em qualquer tipo de trabalho em atuação e já tinha até rascunhado algumas possibilidades fora dos holofotes. Mas agora era a hora de tentar. Ela aperta o papel junto de si. 

Vemos o rosto iluminado de Sasha novamente, como na primeira cena. Ela sorri enquanto faz a reverência. Ouvimos sua voz “Essa é a minha vida normal”. Fim. 


Oscar Tapes

Hunter Schafer: Com o rosto banhado pelos holofotes, na cena final, junto de sua narração.

Timothée Chalamet: No encontro com Sasha, quando diz que vê poesia nela.

Harry Styles: Na cena em que pede para Sasha se cuidar.


Trilha Sonora

A trilha de Labrinth traz um ar moderno ao passo do filme e embala os episódios na vida de Sasha com carinho e precisão, por meio de temas específicos. Com a parceria de Harry Styles, eles são capazes de solidificar momentos musicais entrelaçados ao enredo.

Kat’s Denial — Labrinth
A música possui um dinamismo que chega a comicidade a partir dos 0:42 e acompanha os primeiros passos de Sasha nas escadas da NYU.

Planning Date — Labrinth
A trilha musical acompanha os amigos Sasha e Harry em seus momentos casuais pela cadência nas notas ter um ar suave, alegre e peculiar. 

Lights Up — Harry Styles
As batidas arrastadas e melódicas da música embalam os corpos na dança no bar, que são pano de fundo para uma exploração de Sasha. Tal qual no clipe da música, toques, proximidade e luz difusa colorida trazem um caráter hipnótico ao momento. 

New Girl — Labrinth
Uma música suave, quase como de uma caixinha de música, acompanha Sasha em seu dia-a-dia comum enquanto as relações interpessoais desabrocham junto a ela mesma. 

Arriving at the Formal — Labrinth
A trilha instrumental que mescla o clássico épico com uma suavidade moderna bastante autoral do compositor é a música de fundo para a cena de sexo entre Sasha e Samuel. Existe um quê curioso e grandioso naquele episódio, assim como na música

Kiwi — Harry Styles
O peso da percussão dessa música dá o tom da cena, pesada, sufocante e ao mesmo tempo libertadora. É sob essa música que Sasha extravasa sua raiva e se liberta das amarras invisíveis de outras pessoas em sua vida.  

Slideshow — Labrinth
A música é uma finalização esperançosa para Sasha, que se percebe como si mesma, confortável e realizada, sobre o palco.


Fotografia

Figurino


Notícias

Prova de Sabotagem
Prova de Limpeza de Imagem

Prêmios

Total de 3 prêmios e 19 indicações. Clique aqui para ver todos os prêmios da 3ª temporada.

3º Festival de Toronto
  • Melhor Filme (venceu)
3º BAFTA
  • Filme (indicado)
  • Direção, Olivia Wilde (indicada)
  • Roteiro Original, Olivia Wilde (indicada)
  • Fotografia, Sam Levy (indicado)
  • Trilha Sonora, Labrinth (indicado)
  • Casting: Hunter Schafer, Timothée Chalamet e Harry Styles (indicado)
3º Globo de Ouro
  • Filme de Comédia ou Musical (indicado)
  • Atriz de Comédia ou Musical, Hunter Schafer (indicada)
  • Ator de Comédia ou Musical, Timothée Chalamet (indicado)
3º Oscar
  • Roteiro Original, Olivia Wilde (indicada)
  • Trilha Sonora, Labrinth (indicado)
Premiações da Crítica
  • Filme (1 prêmio, 2 vices)
  • Ator Coadjuvante, Harry Styles (1 prêmio)
  • Direção, Olivia Wilde (1 vice)
  • Atriz, Hunter Schafer (2 vices)
Temporadas Posteriores

Nota: prêmios e indicações recebidos em temporadas posteriores não são contabilizados no ranking da temporada de lançamento do filme.

1º Festival do Rio
  • Seleção Oficial

Críticas do Júri

100

San City Film Critics Association
Olivia Wilde mostra mais uma vez que está na indústria pra se tornar uma grande cineasta. Hunter Schafer é carismática e competente e Wild Goose é um incrível coming-of-age, com grandes chances de se tornar um clássico da sua época, além de ser um dos melhores filmes da temporada.

100

Full Metal Critics Association
Com uma maravilhosa, cativante e confiante direção e roteiro de Olivia Wilde, o coming-of-age Wild Goose nos traz aquele frescor juvenil de autodescoberta. Somos agraciados pelas maravilhosas perfomances de Hunter Schafer e Harry Styles com seus personagens encantadores, a química entre os dois atores é absurda e eleva as cenas em que eles são destaques. Somos agraciados como muitos momentos cômicos e que divertem bastante, Hunter nos presenteia com uma perfomance verdadeira e sincera, sua personagem passa por uma jornada de descobrimento e é maravilhoso ver jovens atores e atrizes que consigam transmitir com tanta verdade isso. Merece sem dúvidas uma indicação em melhor atriz. Harry Styles nos surpreende, sua perfomance do início ao fim é muito cativante de acompanhar e a jornada do personagem também é algo que o roteiro de Olivia nos entrega de maneira magistral. Hunter e Harry são o coração desse filme e sem dúvidas os dois atores merecem figurar nos tops de atuação.

92

South-South Decolonial Film Critics Association
Despretensioso e simples. Fórmula perfeita para o sucesso.

90

Gotham City Film Critics Secret Society
Olivia Wilde volta com ainda mais força após o sucesso de crítica “Booksmart” e continua apostando no conceito coming-of-age. Wilde conduz novamente outra história de descoberta e crescimento como se fosse realmente ela, de forma linda e única e ainda amparada por um excelente time de atores. Divertido e envolvente. Um clássico.

87

Joseph Wilker Film Critics Association
Wild Goose é um comfort movie, tipo de filme que assistimos quando queremos pensar sobre a vida mas ao mesmo tempo procuramos algo mais light. Interessante o foco na personagens Sasha, mostrando o desenvolvimento da personagens.

85

Sindicato Latino Americano de Cinema Urso Rubro
Achei quase tão massa quanto Ben por mais q seja meio farofa, me lembrou Emma um dos personagens e também a vibe de filmes que temos saudades

80

Oz Film Critics Society
Wild Goose acerta ao trazer um coming-of-age universitário sem todo aquele nhenhenhém da adolescência, com personagens mais maduros, porém ainda perdidos na vida. Com muito frescor e leveza aborda com naturalidade a existência trans, o que deve trazer um afago para quem se vê na protagonista. Porém, o trecho final é um pouco abrupto, gostaria de ter visto mais da volta por cima de Sasha.

75

Cinema Contestado – União Catarinense de Críticos de Cinema
O gênero de “coming of age” é repleto de lugares-comum e armadilhas. Wild Goose consegue escapar delas e trazer ao público uma obra diferente do clichê. O que ganha a crítica é o cuidado estético da equipe de produção, que ao mesmo tempo revela as suas influências e cria algo novo. Essa autofagia resultou em uma trama que equilibra o choque e a delicadeza da temática que aborda.


Comentários do Público

10

Scarpa
Apesar de decepcionar pela falta do prometido nu frontal de Styles e Chalamet, Hunter Schafer revela a atuação do milênio.

10

Mãe da Júlia
linda minha filha

10

bravim
lendário

10

coelhinha_16
Que delícia de farofa. É o filme definitivo da nossa geração! Hunter e Harry são uma dupla divertida de se ver, sendo construída a cada segundo em tela. A direção de Olivia é primorosa!

8

Supla de Sunga
Despretensioso, mas com mais camadas do que você poderia julgar a princípio. Hunter Schafer e Harry Styles precisam ser uma dupla em todos os filmes do mundo daqui em diante.

8

Sushi
Harry ui miau!

7

Abigail Masham
Através de Wild Goose, Olivia Wilde oferece mais uma vez frescor para coming of ages.

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