Ingrid’s Private Letters (2020)

de Anne Fontaine
produzido por Ariel Rodrigues
com Eva Green
11 de julho de 2020 (3º Festival de Cannes)
🇫🇷 França

Drama Biográfico
Sinopse: Três cartas chegam para Pia Lindström. O remetente é sua mãe, a atriz e lenda hollywoodiana, Ingrid Bergman, já falecida.

Vencedor de 16 prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Filme. Parte da Criterion Collection.


Consenso da Crítica: Anne Fontaine entrega um filme emocionalmente cru e bonito ao mesmo tempo com uma atuação poderosa de Eva Green, no melhor momento de sua carreira, dando vida a Ingrid Bergman.

Média da crítica

83

Média do público

8.6

Tomatômetro

100%

Pipocômetro

97%

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Ficha Técnica

Direção: Anne Fontaine
Roteiro: Anne Fontaine
Produção: Ariel Rodrigues
Fotografia: Claire Mathon
Música: Balanescu Quartet
Figurinos: Catherine Leterrier
Distribuição: Neon
Plataforma: Constant+

Elenco

Eva Green como Ingrid Bergman
Jean Dujardin
como Roberto Rossellini
Adèle Haenel como Pia Lindström
Niels Schneider como Petter Lindström


Proposta Estética

Com Claire Mathon na fotografia e Catherine Leterrier no figurino, Ingrid’s Private Letters é um filme que encontra na história de Ingrid Bergman os contrastes entre a elegância de uma atriz conhecida por seus filmes clássicos e a mulher de vida e pensamentos modernos que havia nos bastidores.

Diretora e fotógrafa escolhem dois formatos de película em preto e branco para enquadrar o mundo do filme: o 35mm de médio contraste, e o Super 8mm colorido. Os momentos de maior formato são mais rígidos, aludindo ao cinema Hollywoodiano do período clássico, mas não por isso menos desinteressantes. Os movimentos de câmera são preciso, sempre se utilizando da estabilidade e da fluidez dos trilhos e das gruas que marcaram a carreira de Ingrid Bergman. Já inserções em 8mm são mais livres, e os figurinos também mais casuais. Enquanto o 35mm busca maiores áreas, e planos mais abertos, os 8mm acham planos fechados, ou detalhes, que criam figuras mais íntimas, menos calculadas.

A arte, e, principalmente os figurinos, são consistentes com a época e as personalidades reais, mas raramente idênticos a ela. A trilha musical e o design de som, são expressivos, estando os sons responsáveis por adicionais dimensão narrativa a planos às vezes não tão expressivos por si só. Apesar de baseado na vida de Ingrid Bergman, o filme toma várias liberdades, e não se pretende um relato realista, preferindo uma narrativa fictícia à absoluta fidelidade biográfica. Não se busca, também, uma narrativa clássica em formato convencional, optando-se por formatos mais modernos. Fragmentos muitas vezes fora de ordem cronológica são organizados por sua coesão temática. Como em Persona, de Ingmar Bergman, a faixa sonora se junta à fotografia de forma que a ambas são inseparáveis para a criação do universo dramático da história.


Narrativa

A história se divide em três partes, a partir do momento em que Pia Lindström (Adele Haenel) descobre três cartas à sua porta depois da morte de sua mãe, 1982. Os envelopes estão amarelados, parecendo ter sido selados décadas antes.

Pia abre um deles e encontra junto à carta fragmentos de fitas de filme em vários formatos — todos recortados de positivos de seus próprios filmes ou de super 8s caseiros de seu arquivo próprio.

Escreva para mim, e eu escreverei de volta”, narra Ingrid Bergman (Eva Green) —

1. Aquilo que vão te dizer sobre mim1

enquanto a Itália se aproxima, vista através de uma janela de avião.

e dessa forma a história se fará mais próxima de você, e mais longe das manchetes dos jornais.

Ingrid explica à filha que palavras são instrumentos poderosos, e que cartas mudam o curso de uma vida, não somente da sua própria, mas, as vezes, das de muitas outras pessoas.

Na sequência aos poucos descobrimos que Ingrid perdeu a guarda da filha após um atribulado processo de divórcio causado pelo escândalo por ter engravidado de Roberto Rossellini (Jean Dujardin). Ela e Roberto retornam do México, onde acompanhavam o processo à distância e onde se casaram após a oficialização do divórcio. Sua vida nesse momento é complicada, e cheia de nuances, mas alegre. Ele próximo e receptivo à conversas sobre seu trabalho. Quando ambos discutem o cinema que ele faz, Ingrid vê no homem a paixão pelo ofício, a força de sua personalidade que tanto transparece em seus filmes.

Em Roma, vive uma vida bem ocupada. Uma Casa, um marido, filhos… Mas ela pensara que conseguiria novos papéis na europa, e durante 2 anos nada acontece. Apesar de inicialmente agradável, pela menor exposição, o tempo sem atuar toma seu preço.

Eu penso sobre cada dia que é desperdiçado. Apenas metade de mim está viva. A outra está fechada em uma mala, sufocando.

Um dia em Londres, e Ingrid finalmente vê a filha depois de tanto tempo. Elas passam o dia juntas, pela cidade, e Pia pergunta porque não pode estar mais tempo com ela. Ingrid explica com delicadeza o que pode, certa das próprias escolhas, mas não sem tristeza nos olhos.

Depois que a filha vai embora, Ingrid diz a Rossellini que gostaria de fazer outro filme, e ele apresenta a ela Europa ‘51.

2Nele Ingrid interpreta uma mulher rica que se dedica mais aos convidados de suas inúmeras festas que ao filho, que se sente negligenciado. Para chamar atenção dela ele tenta cometer suicídio. No hospital ela lhe promete nunca o abandonar e ser mais atenciosa, no entanto ele morre. Com isso ela passa por uma depressão de 10 dias até ‘renascer’ com o objetivo de ser a maior filantropa da história.

A trama do filme causa desconfortos crescentes em Ingrid durante as filmagens, e ela diversas vezes se mostra resistente aos pedidos de “mais naturalismo” do marido-diretor.

Os altos ânimos e a paixão extrema de Roberto pela própria visão de realismo mostram seu lado mais difícil quando nas filmagens de uma das conversas da personagem com seu filho, ele sugere que ela apenas aja naturalmente, como ela mesma. Ingrid para as gravações e o confronta, afirmando que ela não é aquela mulher que Rosellini pode achar que ela é. Ela não se sente culpada e nem sente que abandonou nenhum filho.

Apesar da força de suas palavras, sua voz sai frágil. Forte, com uma máscara de incerta.

Eu vivi tanta felicidade com Roberto, mas também tanta angústia. Eu tentei até a exaustão viver com ele. Mas agora eu sei que minha vida mudou, ele me deixou. Vai ter um novo filho com aquela mulher na Índia. Eu me sinto estranhamente aliviada.

2) O que vai ter que descobrir sobre você mesma

Um estúdio em Hollywood, sentada em uma cadeira enquanto a produção ajusta o set-up dos próximos planos. Aqui ela parece infeliz, entediada. 

Sinto que não há mais nada que possa me interessar no cinema americano. Me oferecerem os mesmos papéis de sempre, esperam que eu ganhe outro Oscar, que eu atraia público, que eu seja a mesma pessoa de sempre. Eu fui Joana D’Arc, Pia, e ela me ensinou algo sobre a vida…

Ingrid e Petter Lindström (Niels Schneider), seu marido, parecem afastados um do outro. Tensos. Ele lê uma carta endereçada à sua esposa, escrita por Roberto Rossellini:

Querida Sra. Bergman. Poderia vir à Europa? Eu poderia te convida-la para uma viagem pela Itália e nós poderíamos discutir sua oferta com mais calma? Quando? O que você acha disso? Me perdoe por todas essas perguntas, mas eu poderia continuar perguntando coisas a você para sempre. Confie no meu entusiasmo. Seu, Roberto Rossellini.

A carta traz de volta o envolvimento de Ingrid com o fotojornalista Robert Capra: eles vivem seu amor por alguns meses, voltam para Hollywood, e terminam o caso juntamente à suas últimas taças de champanhe, sem nunca se encontrarem novamente. Petter, de alguma forma,  sabia.

3As malas de Ingrid se amontoam na entrada da casa em Rochester, NY. Ela sobe as escadas com Pia, para colocá-la para dormir. Pia a questiona sobre o tempo que ela vai ficar longe. Ingrid explica que será mais tempo que o habitual, que ela estava indo para o outro lado do oceano viver uma nova aventura, mas que ela mandaria cartas sempre que pudesse. Ao sair do quarto Ingridi para na porta e observa a filha deitada. Pia olha para a mãe. Ingrid sabe no fundo de seu íntimo que não voltará aos Estados Unidos, e de alguma maneira ela sente que Pia também o sabe.

De qualquer forma que escolha viver, Pia, jamais se contente. Jamais deixe-se esmaecer. Busque. Busque, e viva, e procure sempre a próxima coisa…

No Senado americano, o senador Edwin C. Johnson faz uma forte e apaixonada denúncia da promiscuidade da vida Hollywoodiana, e o nome de Ingrid é citado como a mais forte evidência de um comportamento inaceitável. O caso com Rossellini resultara numa gravidez. Os valores pessoais da atriz entram em choque com os valores da imagem vendida pela indústria cinematográfica.

E em algum momento você encontrará o que deveria fazer depois. Quem deveria ser depois. Mesmo que isso signifique que, por algum tempo, só você entenda essa decisão.” — Ela diz, sobre as imagens de Ana Magnani em Roma Cidade Aberta. Iluminada pelo reflexo das imagens da tela de cinema, o rosto de Ingrid é o de uma mulher encantada com aquilo à sua frente. O primeiro sorriso genuíno que vimos na sequência.

3) Não tenho arrependimentos4

Escreva para mim, e eu escreverei de volta”, narra Ingrid novamente.

O telefone toca e Ingrid ouve a voz da filha.

E assim vamos descobrir as incríveis vidas que vivemos, mesmo que separadamente.

A garota, já grande, fala com entusiasmo sobre o Oscar da mãe por Anastasia. O sol nasce em Paris, 6h separam as duas. Ingrid fuma, próxima à janela do Hotel Raphael onde vive, e se delicia em ouvir a voz daquela menina. Tanta vivacidade, tantos sonhos, uma jornada pela frente. Ela mal consegue ouvir as palavras que a filha, tão orgulhosa da mãe, diz — sua mente vaga por memórias, a casa em Rochester, 1944. Peter constrói uma piscina para elas, Pia brinca de ajudar o pai e ela corre em direção a eles trazendo uma garrafa gelada de refrigerante. A piscina se enche e eles nadam em família. Ela performa saltos do trampolim, Peter observa a ação pela lente da câmera, que filma tudo.

Pia lhe disse que o pai quer falar com ela no telefone. E pela primeira vez em anos, Ingrid escuta a voz do ex-marido. “Valeu a pena?”, ele pergunta a ela. Em sua voz, curiosidade genuína. Ela hesita por longos segundos e lhe responde “Peter, você já sabe a minha resposta”. Ele a parabeniza pelo segundo Oscar, faz um silêncio de alguns segundos e continua afirmando que nunca deixou de amar Ingrid. “Eu nunca vou deixar de te amar, Peter. Seremos para sempre aquele casal que acabou de se casar na capela, cobertos de arroz e cercados de amigos que amamos.”

Ele deseja um bom dia para ela, ela lhe deseja boa noite. Eles desligam o telefone. Ingrid observa o tráfego que começa nas ruas de Paris enquanto termina seu cigarro.

As várias imagens das maiores felicidades de Ingrid Bergman: imagens coloridas vibrantes dos filhos, de seus vários amores, e principalmente dos sets de filmagens, dos palcos, dos bastidores. Coberta sob a luz das projeções destes fragmentos, e filmada também no Super 8mm de belas cores, Pia lê em voz alta os relatos das cartas. Sua voz se mistura à de Ingrid: “Desejo escrever minha própria história, minha querida. E a liberdade que eu tenho de fazer isso, eu espero que você tenha um dia para si.

Imagens da infância de Pia preenchem a sala onde Pia, adulta, está: Ingrid abraça a filha pequena, rodopiando ela no ar.

Rodeada pelo carinho da mãe, Pia sorri.


Oscar Tapes

Eva Green: A briga no set de Europa ‘51.

Jean Dujardin: A primeira grande briga em set.

Adele Haenel: Pia lê as cartas da mãe sob a luz das projeções.

Niels Schneider: Petter liga para a ex-mulher.


Trilha Sonora

Prospero’s Books
1Acompanha a primeira carta do filme “Aquilo que vão te dizer sobre mim”.

Sonata for Violin and Continuo III
2Acompanha a primeira carta do filme “Aquilo que vão te dizer sobre mim”, começando em “Nele Ingrid interpreta…’

Never Cursed
3Acompanha a segunda carta do filme “O que vai ter de descobrir sobre você mesma”, começando em “As malas de Ingrid…”

Aria
4Acompanha a terceira carta do filme “Não tenho arrependimentos”


Fotografia

Figurino


Notícias

Coletiva de Imprensa (abra a thread para ver as perguntas e respostas)
Prova de Limpeza de Imagem

Imagens


Prêmios

Total de 16 prêmios e 36 indicações. Clique aqui para ver todos os prêmios da 3ª temporada.

3º Festival de Cannes
  • Prêmio de Interpretação Feminina, Eva Green (venceu)
  • Prêmio de Direção, Anne Fontaine (venceu)
3º Screen Actors Guild Awards (SAG)
  • Elenco: Eva Green, Adèle Haenel, Jean Dujardin e Niels Schneider (venceu)
  • Atriz, Eva Green (indicada)
  • Atriz Coadjuvante, Adèle Haenel (indicada)
  • Ator Coadjuvante, Niels Schneider (indicado)
3º BAFTA
  • Direção, Anne Fontaine (venceu)
  • Atriz, Eva Green (venceu)
  • Filme Estrangeiro (indicado)
  • Atriz Coadjuvante, Adèle Haenel (indicada)
  • Roteiro Adaptado, Anne Fontaine (indicada)
  • Fotografia, Claire Mathon (indicada)
3º Globo de Ouro
  • Direção, Anne Fontaine (venceu)
  • Atriz de Drama, Eva Green (venceu)
  • Atriz Coadjuvante, Adèle Haenel (venceu)
  • Filme Estrangeiro (venceu)
  • Roteiro, Anne Fontaine (indicada)
3º Oscar
  • Filme (venceu)
  • Direção, Anne Fontaine (venceu)
  • Filme Estrangeiro (venceu)
  • Atriz, Eva Green (indicada)
  • Atriz Coadjuvante, Adèle Haenel (indicada)
  • Roteiro Adaptado, Anne Fontaine (indicada)
  • Fotografia, Claire Mathon (indicada)
  • Figurino, Catherine Leterrier (indicada)
Premiações da Crítica
  • Filme Estrangeiro (1 prêmio, 3 vices)
  • Atriz, Eva Green (1 prêmio, 1 vice)
  • Atriz Coadjuvante, Adèle Haenel (1 prêmio)
  • Roteiro, Anne Fontaine (1 prêmio, 2 vices)
  • Filme (1 vice)
Temporadas Posteriores

Nota: prêmios e indicações recebidos em temporadas posteriores não são contabilizados no ranking da temporada de lançamento do filme.

1º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro
  • Melhor Filme Estrangeiro (venceu, empate com Lady Lazarus)

Críticas do Júri

100

South-South Decolonial Film Critics Association
Fazia tempo que não víamos Eva Green entregando uma performance avassaladora: como Ingrid Bergman, Green está perfeita e em sua melhor fase. Ela consegue, com sucesso, desvincular-se dos trejeitos enfadonhos que adquiriu nos anos de trabalho com Tim Burton. E é aí que entra a maestria de Anne Fontaine, que não só criou uma história bela e ficcional baseada em Ingrid, como também conseguiu criar uma faceta dramática para Eva que não envolvesse a sexualidade de sua beleza.

98

Pindamonhangaba Independent Filmmakers Circle
Um sensibilidade impar sendo usada para humanizar uma das grandes estrelas do cinema para o publico. Uma história forte, intensa e apaixonante. Eva Green esta em seu melhor momento em anos.

80

Joseph Wilker Film Critics Association
Clássico filme “Oscar bait”, incrível atuação de Eva Green e estética impecável. Apesar da narrativa não linear, é um filme que não “se perde” e trabalha muito bem as cartas e os flashbacks.

80

Syndicat Français de la Critique de Cinéma
Isso foi tão cru, vulnerável, honesto e bonito. Ingrid Bergman sempre foi franca e sincera com a vida, isso é o que eu mais amo nela.

80

San City Film Critics Association
Ingrid’s Private Letters é um filme delicado e comovente sobre uma das maiores estrelas da indústria do cinema. Eva Green esta magnífica como Bergman.

80

Cinema Contestado – União Catarinense de Críticos de Cinema
Um dos maiores desafios de adaptar uma boa história para as telas é a técnica chamada “show, don’t tell” (mostre, não conte). Ingrid’s Private Letters peca justamente neste aspecto. Percebe-se logo que emoções e relacionamentos são o tema da obra. Contudo, por não apresentar recursos que os exprimam, muito da mensagem fica a depender da interpretação do espectador.
Apesar disso, o filme se vale como uma homenagem a Ingrid Bergman. O toque semi-biográfico abre espaço para realismo, ficção e subjetividade. É uma obra que equilibra bem a crítica com a complexidade emocional dos personagens.

78

Oz Film Critics Society
Um filme muito elegante.

75

Sindicato Latino Americano de Cinema Urso Rubro
“Apenas metade de mim está viva. A outra está fechada em uma mala, sufocando.” A busca de si, ao mesmo tempo em que o desejo muitas vezes é de estar inteira sufocada. MAGNÍFICA a forma com que as memórias do presente e passado são construídas e alinhavadas através das cartas, fiquei muito curiosa sobre em que momentos acontecem o 35mm e o 8mm durante o filme. Porém, senti falta de algo mais ousado, algo que colocasse em prova de uma maneira mais drástica essa jornada da personagem, imaginando que tanto o contexto quando a saúde mental dela não estivessem favoráveis para essa jornada. Dramatikah eu? Talvez.

65

Gothan City Film Critics Secret Society
Interessante e esteticamente bonito, mas confuso.


Comentários do Público

10

Scarpa
Nicole Kidman divide agora a atuação do século com Eva Green

10

Naja Bondosa
Adele Haenel e Eva Green juntas em cena é tudo que o mundo precisa neste momento.

10

Stargirl
Maravilhoso.

9

Beyoncé
Chique

9

Jenny from the block
Finalmente um verdinho né Eva Green?

8

Pantera Selvagem Cláudia Brasil
eva green foi SALVA!

8

coelhinha_16
A direção de Fontaine transmite uma vivacidade e suavidade gigantesca a uma das figuras mais marcantes do cinema, de uma maneira humanizada e potente.

8

Supla de Sunga
Qualquer filme destacando Ingrid Bergman já merece atenção, e “Ingrid’s Private Letters” merece mais que isso: sensível e tocante, é uma carta de amor (sem trocadilhos) a uma das maiores figuras da história do cinema.

8

Leonardo Medeiros
embasbacado com o visual, com a direção e todo o arco psicológico da protagonista.

7

Choppersuey
Graciosa. Um ótimo filme pra assistir numa tarde de domingo.

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